Ekton Project Analytics
Controlo Executivo
Causalidade · Previsão com limites · Interfaces fechadas · Evidência pronta para decisão
Controlo Executivo

Controlo que resiste ao escrutínio

Em megaprojetos e programas acoplados, “ver” não é o mesmo que controlar. Controlo executivo significa explicar causalmente o resultado provável — e demonstrar que a previsão aguenta contraditório.

O controlo que proponho é desenhado para Donos de Obra e patrocinadores: prazos, custos e prontidão sustentados por evidência, fecho de interfaces e gestão ativa de constrangimentos. Não é “mais reporting”. É menos confiança falsa.

Conhecimento negativo (o que falha — e porquê)

Isto não é retórica. É a origem de decisões erradas em projetos “aparentemente verdes”.
IFalsa equivalência
KPI “verde” ≠ projeto controlado

O clássico “dashboard melancia”: indicadores verdes a esconder pré-requisitos por fechar, interfaces bloqueadas, atrasos a caminho do caminho crítico e fragilidade de previsão. O controlo mede robustez — não conforto.

IIFrequentemente confundido
Monitorização não é controlo

Ver progresso é útil, mas insuficiente. Controlo exige causalidade (por que razão o plano se cumpre), limites explícitos (o que o quebra) e ações (o que reduz risco real).

IIIOnde “risco” falha
“Risk theater” em sistemas acoplados

Top-10 riscos e pontuações qualitativas falham quando o problema real é interação e cascata. Em acoplamento, a falha nasce nas interfaces — não em eventos isolados.

O que significa controlo executivo, na prática

Uma disciplina de decisão: previsões que aguentam contraditório, com rastreio de causas, constrangimentos e interfaces.
ICausalidade
Cadeia causal (não narrativa)

O que está realmente a produzir avanço? Onde o fluxo bloqueia? O que é falso progresso? A pergunta é “o que muda o resultado” — não “o que é fácil reportar”.

IIPrevisão
Datas com limites, não promessas

Previsões em intervalos com condições de rutura explícitas: se X não fechar até Y, a data não se sustenta. Isto reduz surpresas e protege a credibilidade do Dono de Obra.

IIIInterfaces
Fecho de interfaces e pré-requisitos

O controlo sério trata interfaces como ativos: quem deve entregar o quê, em que ordem, com que evidência, e o que fica bloqueado até isso acontecer.

O que a Administração recebe

Entregáveis concisos, defensáveis e prontos para decisão. NDA-safe por desenho.
IDecisão
Pacote de decisão

O que é verdade, o que é frágil, o que está bloqueado, e quais decisões estão expostas — agora. Sem “enchimento” e sem linguagem de conforto.

IIRobustez
Nota de robustez (cronograma/custo)

Uma leitura explícita do que sustenta (ou não sustenta) a previsão: assunções, dependências críticas, pontos de rutura e mitigação real.

IIIConstrangimentos
Mapa de constrangimentos & dono da ação

O que bloqueia o fluxo, quem remove o bloqueio, e o que desbloqueia quando isso acontece — com responsabilidades claras e verificação.

Se está prestes a “apostar a credibilidade” numa data

A pergunta que importa: o plano aguenta escrutínio externo — ou aguenta apenas dentro da equipa?