Ekton Project Analytics
Arranque & Prontidão
Prontidão provada · Pré-requisitos fechados · Interfaces sob controlo · Menos surpresas
Arranque & Prontidão

Prontidão não é um KPI — é evidência

Em arranque e primeira produção, o risco raramente é “um grande evento”. O risco real é acoplamento: pré-requisitos por fechar, interfaces por resolver e decisões tomadas com confiança falsa.

Esta página descreve como se prova prontidão do lado do Dono de Obra: o que tem de estar fechado, o que tem de ser testado, o que tem de ser operável, e como evitar a armadilha do “parece verde”.

Conhecimento negativo (o que “parece” prontidão — mas não é)

Onde a maioria das organizações falha: confundir status e percentagens com capacidade real de operar.
IMelancia
KPIs verdes com pré-requisitos por fechar

Uma unidade pode estar “95% completa” e ainda assim não ser operável. O risco está no 5%: permissões, interlocks, causa-efeito, energia, purgas, utilidades, segurança, e testes integrados.

IIFalsa prova
“Comissionado” sem evidência rastreável

Checklists sem rastreio (ITRs, dossiês, testes, assinaturas e condições) criam prontidão aparente. A prontidão real é auditável: o “porquê” e o “como sabemos” vêm juntos.

IIIOnde quebra
Arranque como um evento (em vez de um sistema)

Arranque é um sistema acoplado: pessoas, energia, interlocks, utilidades, procedimentos, sobressalentes, permissões e operações. Se uma peça falha, o sistema inteiro sofre — e a previsão colapsa.

O que é prontidão do lado do Dono de Obra

Prontidão é capacidade de operar com segurança, estabilidade e recuperação — provada com evidência.
IPré-requisitos
Fecho de pré-requisitos críticos

Energia, utilidades, permissões, segurança, integrações, procedimentos e “handover” funcional. O ponto não é “ter documentos”: é ter condições reais para operar.

IIIntegração
Testes integrados (não só por disciplina)

A maior parte das falhas surge na integração: interlocks, causas-efeito, loops, telecoms, sequências operacionais e resposta a anomalias. É aqui que “verde” se torna “vermelho”.

IIIOperabilidade
Operabilidade e recuperação

Prontidão inclui a pergunta difícil: “e quando algo falhar?” Alarmes, respostas, planos de contingência, sobressalentes, equipa e estabilidade operacional.

O que a liderança recebe (na linguagem certa)

Sem ruído. Sem “teatro”. Evidência e implicações claras para decisão e comunicação externa.
IDecisão
Briefing de prontidão pronto para decisão

O que está fechado, o que não está, o que é reversível e o que não é. Inclui impactos prováveis e decisões expostas — sem linguagem de conforto.

IIRobustez
Leitura de robustez do arranque

O arranque é sustentado por condições ou por esperança? Identifica pontos de rutura e ações que realmente estabilizam a trajetória.

IIIInterfaces
Mapa de interfaces que bloqueiam operabilidade

O que bloqueia, quem resolve, e o que fica desbloqueado. A prontidão real é construída por fecho de interfaces — não por percentagens.

Quando “parece verde” é precisamente quando deve desconfiar

A pergunta correta: temos evidência de operabilidade — ou temos apenas status e esperança?